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1º TRIMESTRE

11/05/2016

Economia de Brusque mostra reação e é a 5ª em geração de empregos em Santa Catarina

 A cidade de Brusque demonstra força na geração de empregos em Santa Catarina. O município criou 696 vagas no primeiro trimestre de 2016, ficando com a 5ª colocação no ranking estadual. Em um momento de recessão econômica, o Estado foi o segundo que mais gerou postos de trabalho no Brasil, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego).

Os números indicam que a indústria brusquense mais uma vez mostra seu potencial, reagindo à situação econômica e ofertando novas vagas de emprego. O saldo para os últimos 12 meses (março a março), na indústria, está em -11,37%, mas só para o último mês de março o saldo ficou em 0,55%, acumulando de forma positiva nesse primeiro trimestre um percentual de 1,23%, somando 281 novos funcionários no período.

Além da indústria outros setores mostram reação. Na construção civil os dados refletem o aquecimento na geração de empregos, com saldo negativo para os últimos 12 meses. No primeiro trimestre saiu do vermelho e ficou com índice de 1,95%, fechando março em 1,65%.

Para compreensão dos índices o agente de desenvolvimento econômico da Prefeitura de Brusque, Jorge Bonamente, esclarece que os dados mostram que o Município começa a reagir. “Os números são discretos, mas já sinalizam para uma melhora, demonstram que temos um potencial para o ano,” explicou.

Fomento à economia
Visando melhorar os índices da economia brusquense, a Prefeitura de Brusque lançou uma campanha denominada: “Brusque: Um bom negócio – a cidade ideal para começar ou seguir investindo na sua empresa”. A intenção é ser um facilitador para a vinda de novas empresas para a cidade e apoiar as que já estão instaladas no município, fomentando a economia municipal, gerando renda e emprego.


MEI é opção para formalidade
Uma das opções para a formalidade e a geração de renda é o Microempreendedor Individual (MEI). A Prefeitura de Brusque tem trabalhado para que todos tenham suas garantias trabalhistas, sendo o MEI uma das opções. Por meio dele, a pessoa que trabalha por conta própria, se legaliza como pequeno empresário.
Para ser um microempreendedor individual, é necessário faturar no máximo até R$ 60.000,00 por ano e não ter participação em outra empresa como sócio ou titular.

O MEI será enquadrado no Simples Nacional e ficará isento dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL). Assim, pagará apenas o valor fixo mensal de R$ 45,00 (comércio ou indústria), R$ 49,00 (prestação de serviços) ou R$ 50,00 (comércio e serviços), que será destinado à Previdência Social e ao ICMS ou ao ISS. Essas quantias serão atualizadas anualmente, de acordo com o salário mínimo.

Com essas contribuições, o Microempreendedor Individual tem acesso a benefícios como auxílio maternidade, auxílio doença, aposentadoria, entre outros. É possível ter um funcionário contratado, que receba salário-mínimo ou o piso da categoria, sendo obrigado, neste caso, a ter serviço contábil.

Praça do Empreendedor
Entre as ações para o desenvolvimento econômico do município, a prefeitura trabalha para a implantação da Praça do Empreendedor, um projeto do poder público municipal e demais entidades representativas de Brusque, entre elas o Corpo de Bombeiros, a Associação Empresarial de Brusque (ACIBr), a Associação das Micro e Pequenas Empresas (AMPE), a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Sindicato dos Contabilistas e Universidades. A meta do projeto é reduzir o tempo de abertura da empresa, que normalmente leva em torno de 30 dias, para um prazo de até 72 horas.

João Paulo da Silva/SECOM